A medicina investigativa, nada mais é do que o retorno às origens. Ao invés de tratar os sintomas, a causa é que é o foco do estudo. Para isso, não existe pressa para receitar uma solução, pois todos os dados devem ser avaliados antes da indicação de um tratamento ou busca profissional.
Neste caso, o médico escolhe os casos que irá pesquisar, tendo como objetivo a investigação clínica, a busca de soluções e a implementação da estratégia que será seguida, voluntariamente, pelo paciente, pois ele é quem está contratando este serviço.
Quem serão os usuários desta medicina?
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Faixa etária de 40, 50, 60, 70 ...
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Pessoas que estão percebendo a perda da qualidade de vida e alguma limitação;
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Pessoas que se importam com a sua saúde e desejam uma melhor qualidade de vida a medida que envelhecem.
Qual a diferença entre o modelo atual e a investigação?
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Tratamento sob outra perspectiva;
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Área de atuação definida;
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Seleção de casos;
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Foco no tratamento real;
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Pesquisa clínica para chegar ao diagnóstico;
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Ruptura com a consulta médica e prescrição imediata;
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Credibilidade x influencia invisivel;
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Prescrição pelo diagnóstico e raciocínio;
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Acompanhamento;
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Permite medir a eficácia pessoal.
O que muda nesta medicina?
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A visão do organismo como uma estrutura inteligente;
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A leitura dos exames laboratoriais;
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A determinação do desgaste corporal;
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A busca de recursos;
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A estratégia de tratamento;
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O acompanhamento.
Fazer uma investigação para melhorar ou prevenir os problemas não significa que o indivíduo deixará de adoecer. Quando somos jovens também adoecemos, mas temos mais condições de responder à doença. O início da investigação é o MARCO ZERO e parte do estado de saúde atual!
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Já existem doenças em curso e não detectadas;
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Já existe a genética;
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Já existe o desgaste corporal;
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Já existe um estilo de vida que influencia a genética (stress x hipertensão transitória, stress x taquicardia, stress x pânico, stress x insônia).