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A obesidade é uma doença que se relaciona com a herança genetica, mas este fato, não é o suficiente para explicar o aumento de peso na população. As pessoas engordam quando ingerem mais do que gastam, o que, na maioria das vezes, determina uma síndrome metabólica acompanhada de:
- Resistência à insulina,
- Intolerância à glicose,
- Hipertensão arterial.
A preocupação com a obesidade deve se iniciar na gestação, para que o bebê nasça com quantidade suficiente e adequada de células gordurosas. A mãe deve ter uma alimentação correta e balanceada durante toda a gestação. O primeiro ano de vida é importante para o futuro da criança - a criança deve ser saudável e não gorda. O excesso de peso na infância acontece geralmente por uma combinação de fatores:
- Hábitos alimentares errôneos,
- Propensão genética,
- Estilo de vida familiar,
- Condição sócio-econômica,
- Fatores psicológicos.
O fácil acesso e o incentivo da propaganda ao consumo de alimentos industrializados, tele-entregas e restaurantes rápidos modificaram os hábitos alimentares levando à obesidade.
O índice de massa corporal é o índice atualmente adotado pela organização mundial de saúde para definir a obesidade, sobre-peso e normalidade em adultos.
Este índice é calculado pela divisão do peso em quilos pela altura ao quadrado, ou seja, multiplicada por ela mesma. O número resultante desta divisão estabelece a classificação em relação ao seu peso, conforme a tabela.
Uma mulher de 1,60 de altura, com 68 kg, terá um IMC = 26,56, o que indica sobrepeso.
 A obesidade ocorre quando o índice de massa corporal é maior que 30,4 e pode levar a complicações, sem enfocar apenas um tipo de depósito e sim o depósito todo.